A que ponto chegamos?

         Lendo o texto “Vivemos em plena era da exposição” , do meu Prof Eric Messa, me toquei de que  como esta “era da exposição” vem tornando-se inevitável.

       Cada vez mais permitimos que outras pessoas tenham acesso a nossas informações através do mundo digital. Hoje, todo mundo fica exposto a fim de adquirir popularidade em sites de relacionamento como Orkut, facebook, Twitter, etc. Esta era da “superexposição” fez com que a imagem ganhasse mais força assim como a forma e o design. O que antes era um mero detalhe, atualmente dá um diferencial e um outro valor ao produto.

         Nos meios de comunicação, por exemplo, a preocupação estética encontra-se cada vez mais definida, sempre em busca da perfeição como aparência dos atores, iluminação adequada, etc. Porém, com o progresso da internet, e das mídias digitais muda-se a configuração deste pensamento com a criação das famosas “home page pessoal”, onde cada usuário pode decidir e publicar sobre assuntos que julgam interessantes.

         Como se não bastasse, utilizando quase o mesmo modelo mas de maneira mais fácil, surgiram os blogs que faz com que a pessoa mantenha sempre sua rede atualizada. Seu uso acabou extinguindo as home page e o blog tornou-se delírio para aqueles que gostam de expor suas idéias e opiniões neste formato digital.

         Em menos de 5 anos, surgem os portais de relacionamento, dito acima, no qual a principal função é divulgar seu perfil e transmitir o maior número de informação pessoal possível. Hoje, isto é febre mundial, principalmente no Brasil que é o país que mais utiliza o orkut. Por ser um meio gratuito, atinge milhões de pessoas e faz com que o público e o privado se confunda de maneira incontrolável, onde podemos identificar os dados espalhados pela internet. O programa de reality-show, por exemplo, mostra que esta tendência não limita-se apenas aos meios digitais.

        Enfim, há uma grande tendência de que os modelos tradicionais como comerciais, outdoor, irão desaparecer, pois esta era da internet trouxe uma ação inovadora que permite o contato com o consumidor. A marca precisa fazer com que seu consumidor identifique com ela podendo interagir com o produto, ou até mesmo, participando do seu processo de criação. Apenas o apelo visual não deixa sua marca gravada na mente dos consumidores.

* http://breeze.faap.br/ntc13txt/

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October 30, 2008. Uncategorized.

One Comment

  1. Pedro replied:

    Entrei por acaso no blog e gostei muito dos posts, muita criatividade e opinião forte, vou passar a frequenta-lo, abraços.

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